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América-RJ (1950), Flamengo (1951 a 1957), Botafogo (1958 a
1965). |
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Copas do
Mundo 1958 e 1962 - Seleção Brasileira; Carioca
1953/54/55 - Flamengo; Carioca
1961/62 - Botafogo.
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Ponta esquerda |
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A história
da Seleção Brasileira praticamente se confunde com a história
de Zagallo. Ninguém jamais esteve mais ligado a camisa verde e
amarelo que o velho lobo. Atuou como jogador, técnico e
coordenador- técnico. Zagallo teve mais de 230 participações
na Seleção. É o maior vencedor na Seleção. Dos cinco títulos
mundiais, esteve presente em quatro : 1958 e 1962 como
jogador; 1970 como técnico e 1994 como coordenador-técnico. O
velho lobo também esteve presente em 1998 quando o Brasil foi
vice-campeão. |
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Zagallo
esteve com a seleção em 238 oportunidades. De acordo com a CBF
foram 168 vitórias, 51 empates e 19 derrotas. A Seleção marcou
551 gols e sofreu 185, apresentando um saldo positivo de 366
gols. |
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Botafogo (Rio de Janeiro-RJ) - 1967/70, 75/78,
85/86; Flamengo (Rio de Janeiro-RJ) - 1972/74, 85 e 2000/e
até Nov/2001; Al-Hilal (Arábia Saudita) - 1976/78; Fluminense (Rio de Janeiro-RJ) - 1979/80; Vasco
da Gama (Rio de Janeiro-RJ) - 1981, 1990/91; Portuguesa (São Paulo-SP) - 1999.
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Copa do
Mundo do México 1970, Mundial
1994 (Coordenador de Futebol), Copa
América 1997
Taça do
Brasil 1968, Copa dos Campeões 2000, Carioca 1967/68, 1971/72 e 200.
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Polêmico, carismático, teimoso, mas acima de
tudo, um vencedor. Zagallo é o único homem na face da terra a
ter quatro títulos de Copas do Mundo, duas como jogador (1958
e 1962), duas como técnico, em 1970, no México, e outra como
coordenador-técnico, em 1994, nos Estados Unidos. |
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Nascido
em Maceió, Alagoas, Mário Jorge Lobo Zagallo mudou-se para o Rio de
Janeiro ainda criança. Começou a carreira de jogador no América em
1948. Três anos depois, transferiu-se para o Flamengo, onde começou
a ganhar destaque nacional. |
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Campeão mundial como titular na
Suécia, Zagallo mudou de equipe cerca de dois meses depois da
Copa. Foi para o Botafogo. Em General Severiano, formou a
melhor linha de ataque da história do clube, ao lado de
estrelas como Quarentinha, Garrincha e Amarildo. |
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Zagallo
conquistou o bicampeonato estadual em 1961/62. Nesse último ano,
aliás, ainda pode comemorar o bicampeonato mundial pela Seleção
Brasileira. |
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Pouco
depois de encerrar a carreira de jogador, Zagallo começou a atuar
como treinador, nas divisões de base do próprio Botafogo, em 1965. E
não tardou para chegar ao comando da equipe profissional. Já em
1967, levou o Glorioso à conquista do título estadual. No ano
seguinte, o bicampeonato. |
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No
início de 1970, a maior glória como treinador. Com a demissão de
João Saldanha a poucos meses da Copa do México, Zagallo assumiu a
Seleção. Ele aproveitou a base do antecessor e ajudou a moldar o
Brasil tricampeão. |
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Permaneceu na Seleção até o fim da Copa do Mundo de 1974. Nos
anos anteriores, chegou a acumular o cargo com o de treinador de
clubes do Rio. E, 1971, por exemplo, foi técnico do Fluminense e, no
ano seguinte, do Flamengo, ambos campeões estaduais. |
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Na
semifinal da Copa de 1974, contra a Holanda, sofreu seu grande revés
como treinador. O Carrossel Holandês, atropelou o Brasil e venceu
por 2 x 0. Até hoje Zagallo nega ter desdenhado do
adversário. |
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Em
meados da década de 70, Zagallo seguiu para o Oriente Médio, abrindo
um caminho que se tornaria usual para treinadores, ávidos por uma
boa remuneração, nos anos seguintes. |
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Dirigiu
as seleções do Kuwait, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes
Unidos. À frente deste último conseguiu a proeza de garantir a
classificação para a Copa do Mundo de 1990. Porém desentendeu-se com
dirigentes antes da Copa e pediu demissão. |
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Em 1991,
Zagallo foi chamado pela CBF para ser o Coordenador-técnico do
Brasil. Três anos mais tarde, ganharia o quarto título mundial. E,
depois do pedido de demissão de Carlos Alberto Parreira, Zagallo foi
naturalmente indicado para assumir mais uma vez a
Seleção. |
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Nas
Olimpíadas de Atlanta, em 1996, sofreu a maior decepção de sua vida
profissional. Na semifinal contra a Nigéria, o Brasil vencia por 3 x
1 a 12 minutos do fim do jogo. Mas permitiu o empate e foi eliminado
na morte súbita com um gol de Kanu. Era o fim do sonho do primeiro
ouro olímpico. E a Seleção teve que se contentar com a medalha de
bronze. |
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No ano
seguinte, Zagallo se recuperou com os títulos da Copa das
Confederações e da Copa América. Nessa última conquista, em um
momento de desabafo após tantas críticas, soltou uma frase que se
tornaria célebre: "Vocês vão ter que me
engolir". |
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Na Copa
do Mundo de 1998, levou a Seleção ao vice-campeonato. Porém, ficou
marcado pelo obscuro episódio que envolveu Ronaldinho antes da
decisão. Enquanto viver, Zagallo terá que responder à pergunta: por
que decidiu escalar o atacante mesmo tendo sofrido um ataque
poucas horas antes da finalíssima? |
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Depois
da Copa, Zagallo deixou o comando da Seleção. Três anos depois,
provou ainda ter estrela ao ganhar mais títulos carioca pelo Flamengo.
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