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Goytacaz, Flamengo, Botafogo, Milan, Fiorentina, Roma e
Vasco. |
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Campeão
Carioca: 1961, 1962 (Botafogo); Torneio Rio-São
Paulo: 1962 (Botafogo); Campeão Italiano: 1969 (Fiorentina);Campeão Mundial:
1962 (Seleção Brasileira). |
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| Atacante |
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No Botafogo substituiu Paulo Valentin e foi bicampeão carioca
em 61/62, integrando um quinteto ofensivo com Garrincha, Didi, Quarentinha e
Zagallo. |
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Rápido, oportunista, bom
finalizador, foi apelidado de Possesso pela raça como disputava
todas as jogadas. De técnica apurada, caiu como uma luva no ataque
do Botafogo. |
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Jogou pouco tempo pelo Botafogo, porém mais do que
o suficiente.
Foi artilheiro do Campeonato Carioca e marcou mais de 120 gols com a camisa
Alvinegra, na Copa de 1962 ( Quando jogou com Didi, Nilton
Santos e Garrincha, o esquadrão alvinegro) substituiu muito
bem o rei Pelé. |
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Amarildo pode ser considerado um jogador de azar. Craque de
bola, raçudo, ídolo no Botafogo, teve um "defeito" que o atrapalhou
em suas convocações para a seleção brasileira: jogava na mesma
posição de Pelé, o melhor do mundo. |
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Por outro lado, pode ser considerado um jogador de
sorte. Na Copa de 1962, Pelé se machucou no segundo jogo, e sobrou
para Amarildo a responsabilidade de entrar em seu lugar. E este foi
seu triunfo: não decepcionou. Jogou bem até a grande decisão e foi
um dos destaques do Mundial.
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Amarildo entrou
no time envelhecido do Brasil (Pelé se machucara no segundo jogo e
não mais voltou a campo nessa Copa do Mundo) na terceira partida da
Copa do Chile, contra a Espanha e fez dois gols na vitória por 2 a
1, naquela que foi considerada a partida mais difícil do Brasil no
mundial. Na finalíssima, novamente contra os tchecos, quando o Brasil ficou em
desvantagem no placar, Amarildo tirou aquele frio da barriga do
torcedor, com o gol de empate. |
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